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sexta-feira, abril 17, 2020

Declaração de inocência de Jan Hus

Jan Hus declarou a sua inocência diante da acusação de heresia. Este foi o seu testemunho escrito:

Eu, Jan Hus, na esperança do sacerdócio de Jesus Cristo, com medo de ofender a Deus e com medo de perjúrio, por meio desta, declaro minha falta de vontade de abjurar todos ou quaisquer dos artigos produzidos contra mim por falsas testemunhas. Pois Deus é minha testemunha de que eu não os preguei, nem os afirmei nem os defendi, embora eles digam que eu o fiz. Além disso, com relação aos artigos que eles extraíram de meus livros, digo que detesto qualquer interpretação falsa que alguém tenha feito deles. Mas à medida em que tenho medo de ofender a verdade ou contradizer a opinião dos doutores da Igreja, não posso abjurar nenhum deles. E se fosse possível que minha voz agora alcançasse o mundo inteiro como no Dia do Julgamento, todas as mentiras e todos os pecados que cometi serão manifestos, então eu alegremente abjurarei diante de todo mundo todas as falsidades e erros que eu, ou aquelas que imaginam que eu disse, ou realmente disse!

Eu digo que escrevo isso por minha própria vontade e escolha.

Escrito com minha própria mão, no primeiro dia de julho.

Herbert B. Workman and R. Martin Pope, eds., The Letters of John Hus (London: Hodder and Stoughton, 1904), pp. 275-276.

quinta-feira, junho 30, 2011

Cristologia Kenótica: uma distorção teológica

A Cristologia Kenótica é inaceitável, porque o Filho de Deus é imaginado ser outro, menos do que realmente é. Ela implica uma (parcial) anulação de sua divindade ou uma temporária anulação de sua existência divina. Concordamos com Korff que é necessário que Deus realmente venha à nós, mas, que é igualmente necessário que em vir à nós, Ele verdadeiramente se mantenha Deus.

Extraído de J. van Genderen & W.H. Velema, Concise Reformed Dogmatics, pág. 469